domingo, 21 de julho de 2019

Caixa de som para ambiente: qual é a melhor para o meu projeto?


As necessidades do mercado na área de sonorização de ambientes tem se diversificado bastante: na era analógica, não era preciso muito para ter uma música tocando dentro de uma loja, um microfone que permitisse a transmissão de mensagens e até a conexão de diversas fontes de áudio dentro de casa. Tudo seguia basicamente o mesmo padrão e a qualidade era limitada à própria mídia original — ou seja, alguns aperfeiçoamentos não existiam e portanto, a instalação era mais simples.


Mas a realidade mudou, os sistemas ficaram menores e a qualidade do áudio disponibilizado para consumo cresceu exponencialmente. Além disso, vários dispositivos ganharam a possibilidade de transmitir áudio por meio do streaming de músicas e vídeos, o que exige muito mais dos receivers, amplificadores e das caixas de som para ambiente.

Cada caixa de som para ambiente específico


Uma das principais vantagens da variedade de produtos disponíveis no mercado é justamente a amplitude da gama de necessidades atendidas. Se antes as escolhas tinham que se basear em caixas extremamente limitadas em termos de potência e conectividade quando a proposta era desenvolver um sistema de sonorização ambiente, hoje as inovações elevaram a disponibilidade de recursos a outro patamar.

Já são comuns as alternativas que se caracterizam por um amplo espectro de frequência, pela diversidade de conexões e até por terem atributos Plug&Play, o que facilita a vida do usuário e do instalador.

Dentre essas opções estão caixas que exigem apenas uma alimentação de energia e podem se conectar ao dispositivo gerador de áudio por meio de tecnologias sem fio avançadas, como Bluetooth e Wi-Fi. Esse modo, especificamente, permite controlar o dispositivo por meio de um aplicativo instalado no celular e eliminar a necessidade de uma série de outros aparelhos — facilidade especialmente importante para os casos em que há limitação de espaço ou o usuário não deseja grandes intervenções arquitetônicas.

Características técnicas das caixas de som mais eficientes


Há uma série de valores que interferem diretamente no bom rendimento das caixas acústicas. Muitos deles, de tão populares, caíram no senso comum e impressionam os usuários — que acham que apenas um número é suficiente para determinar qual equipamento integrará o seu projeto.

O mais comum é que a potência seja um destes atributos, fazendo com que os outros critérios sejam subvalorizados e, por isso, comprometam a boa qualidade sonora da instalação. Um dos motivos é a divergência entre as escalas P.M.P.O. e RMS, que costumam ser trabalhadas de forma a impressionar o cliente.

A primeira delas, cuja sigla significa Power Music Pic Output — ou Pico de Força de Saída Musical, em português — e corresponde aos valores obtidos quando se mede a potência elétrica aplicada ao alto-falante, e não a que é convertida em som. Por isso durante muito tempo, diversos fabricantes ostentavam valores expressivos em adesivos vistosos na carenagem do produto e utilizavam essa informação como argumento de venda — equivocado, é verdade.

Quem desejar obter uma medida real deve considerar o RMS, sigla para Root Mean Square, que corresponde à média da potência do que será, efetivamente, emanado pelo alto-falante. Esse valor costuma representar a medida ideal porque é obtida a partir de valores que antecedem o ponto de distorção do som, mas essa especificidade técnica nem sempre está clara para o consumidor.

Equipe JB Sonorização e Iluminação
💯% Cristã/Gospel

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